Não é problema erroneamente exclusivo dos idosos, a perda involuntária de urina, chamada de Incontinência Urinária, afeta em 10 e 15% das mulheres adultas. Já nos homens dessa faixa etária, a incidência é mínima.
A uretra feminina é mais curta, com 3 a 4 cm, e sofre agressão, principalmente por causa da gestação e do parto. Pois o mecanismo de muscular de controle dos homens é mais forte.
Existem várias formas da doença. As mais comuns são a incontinência de esforço. (quando se elimina a urina ao tossir, espirrar, levantar peso), provocada pela perda da capacidade do esfíncter urinário (válvula que mantém a urina na bexiga); e a de urgência (vontade urgente de urinar) que ocorre por uma disfunção da bexiga.
A Incontinência urinária tem tratamento, e consiste em medicamentos, fisioterapias ou cirurgia, isso de acordo com cada caso. Vale ressaltar que quanto mais severa, maior é a chance de uma intervenção cirúrgica.
A prevenção da incontinência é um assunto controverso, não é considerada uma patologia evitável, embora haja estudos que apontam índices menores de concorrência quando a mulher faz exercícios do assoalho pélvico.
As crianças também podem ter incontinência urinária, quando não conseguem controlar a urina durante o sono. A situação tende a se resolver espontaneamente, mas é interessante procurar um médico. Contudo, pede tratamento se passar a ser um problema social, por exemplo, de um garoto não dormir na casa de um colega por esse motivo. Mas o recomendado são remédios, e eventualmente a fisioterapia.
No caso dos idosos, eles são os mais atingidos por esse problema. De 30 a 50 % sejam homens ou mulheres, perdem urina involuntariamente. Atente para os cuidados médicos, não dá para brincar com esse mal.
Marlúcia Duarte, Jéssica Alves e Alinne Eglen
4JRN
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